Por Rafael Arbulu
Você lê a versão brasileira da revista Rolling Stone, do amigo Pablo Miyazawa? Eu sim. Compro religiosamente, todo mês. Não quer dizer que é uma publicação que me agrade sempre, mas sim que me ofereça mais agrados que desagrados. Exemplo: os integrantes da banda NX Zero, nus em pelo, na capa de uma de suas edições? Não gostei, mas não deixei de comprar: você pode ver essa edição na estante de casa.
Digo isso porque, da mesma forma que sou assíduo consumidor da Rolling Stone Brasil, também sou colecionador da franquia Final Fantasy. Tenho todos, sendo os dois primeiros em mais de uma plataforma. Tenho até o PocketStation, aquele acessório que só saiu no Japão, que era uma extensão de Final Fantasy VIII (1999, para PSOne), mesmo sem entender patavinas de japonês.
E tenho Final Fantasy XIII...
Mas não parece em nada com seus predecessores. Mesmo o décimo segundo jogo, que fez diversas experimentações de jogabilidade, ainda passava a sensação de algo épico. Já XIII não consegue realizar o mesmo feito: é épico, mas não tem a cara de Final Fantasy. E tal qual o Di Ferrero pelado, me senti a princípio desagradado pela maior aposta da Square Enix para o ano de 2010.
Saiba o motivo disso no nosso review, na página a seguir.
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